O Ministério da Saúde liberou, nesta sexta-feira (24 de abril), R$ 98,3 milhões para Pernambuco por meio do Novo PAC Saúde, garantindo a execução de 47 novas obras em diversas regiões do estado. Os recursos já foram transferidos integralmente, permitindo o início imediato das construções.
No pacote de investimentos, estão previstas 41 Unidades Básicas de Saúde (UBS), cinco Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e um Centro Especializado em Reabilitação (CER). A ação integra a maior liberação de recursos do programa em uma única etapa em todo o país, totalizando R$ 1,2 bilhão destinados à construção de 541 unidades de saúde em 26 estados.
No Agreste Setentrional, municípios como Casinhas, Limoeiro, Bom Jardim, João Alfredo e Vertente do Lério estão entre os contemplados com a construção de novas UBS, cada uma com investimento de R$ 1,8 milhão. As obras reforçam a rede de atenção básica na região e ampliam o acesso da população aos serviços essenciais do Sistema Único de Saúde (SUS).
A iniciativa também contempla outras cidades pernambucanas com diferentes equipamentos de saúde, incluindo Caps em municípios como Afogados da Ingazeira, Salgueiro, Correntes e Tabira, além de um Centro Especializado em Reabilitação em Serra Talhada.
Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a medida representa avanço na estrutura do SUS e na redução das desigualdades regionais. “É investimento que vira obra, obra que vira atendimento e atendimento que melhora a vida do povo brasileiro”, afirmou.
Os recursos foram repassados por meio de transferências fundo a fundo, conforme a Portaria GM/MS nº 6/2017, com liberação condicionada à emissão da Ordem de Serviço. A estratégia busca garantir agilidade na execução e entrega das obras, além de estimular a geração de emprego e renda nos municípios.
A ação faz parte do Novo PAC, que já destinou mais de R$ 32,2 bilhões para o fortalecimento do SUS em todo o Brasil, incluindo obras, aquisição de equipamentos e ampliação da frota do Samu. A expectativa é ampliar a capacidade de atendimento e reduzir desigualdades no acesso à saúde, especialmente em regiões do interior como o Agreste pernambucano.